quarta-feira, 17 de abril de 2013

ter influência

Torna-se limpo e azular-se no céu da tua boca sem nuvens de gozo. Anilar o coração é polir de quentura a violácea do aço maduro, prestes a cair do galho, prestes a invaginar-se e encanecer de translucidez as provas da minha irregularidade e cortar as flores brancas do pecado viola/dor, mas não purifica. Mundificar seria o mesmo que se jogar de um abismo. Espera-se de novo que se trate de mais uma crise mundial, coletiva e da individualidade longeva, ver-se o vazamento do liquido triste sempre. O preto clareia alto sem nuvens. Negrejante em meio à corja surja suja, assim, na espera de se curar em alguns dias, me receito chá, poesia, café as cinco da manha.

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